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Sua excelência a senhora D. Sheilla

Na verdade não é senhora D. Sheilla, mas sim Sheillinha, Sheillazinha… Sheillinda que é o que ela é!

Tomei contacto com o novo elemento da família alargada. Atirou-se logo a mim, de cabeça. De cabeça também não, mas não se ensaia para o fazer. Fê-lo de nariz, senhora, louca, que é do seu nariz. Leva tudo à frente sujeitando-se a cair, com as tropelias e acrobacias que faz. Tão tola que é.

Tomou-me logo, com naturalidade, como seu sem fazer cerimónias. E eu todo vaidoso. Saltou-me imediatamente para o colo com as suas ternuras e maluquices. Percebeu de imediato que em mim, mais que um familiar, encontrou um amigo que a acarinhava e disposto às suas tropelias.

Sheilla gosta muito dos brinquedos e das bolinhas que tem como suas para brincar e que têm uns toques harmoniosos. Derrapa como uma tola atrás duma quando lançada.

Devo dizer que a Sheilla, de quatro patas, é uma louquinha, uma doidinha, uma atrevida, uma amorosa. É uma caniche. Mas também gosta de ser delicada, quando a pomos na caminha dela, onde fica algum tempo a olhar para nós com os seus “máximos” ligados, como quem agradece.

Talqualmente parecida em tudo com a Tuxa, mas que já não está entre nós… Outro elemento da família no mesmo grau. E de tal modo houve ternura e afecto que me engano nos nomes.

É que a Sheilla tem o seu nome e a sua identidade bem definidos.

E Sheilla que mais…

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)