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Lisboa quer recorde mundial na meia maratona

 A 29.ª edição da meia maratona de Lisboa, que decorrerá em 17 de março, tem já um recorde de atletas estrangeiros inscritos, anunciou a organização, que quer “devolver” à prova o recorde mundial de distância.

“Numa altura em que falta menos de um mês e meio para a prova, temos cerca de 23.000 inscritos, dos quais 7.000 estrangeiros, pelo que é provável que as inscrições fechem mais cedo”, disse Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal, organizador da prova.

Na primeira apresentação do evento, Carlos Móia afirmou que há um prémio de 50.000 euros para quem bater o recorde do mundo da distância, “roubado” a Lisboa no ano passado.

Em outubro de 2018, o queniano Abraham Kiptum correu a meia maratona de Valência em 58,18 minutos, fazendo cair o anterior máximo, de 58,23, estabelecido pelo eritreu Zersenay Tadese em Lisboa, em 2010.

“Vamos tentar trazer, de novo, o recorde do mundo para Lisboa, temos uma elite fabulosa”, referiu Carlos Móia.

Na lista de inscritos para a prova, que tem passagem na ponte 25 de Abril, figuram já 20 homens com marcas abaixo dos 61 minutos, e 14 mulheres com tempos abaixo dos 70 minutos.

A prova contará com a presença do queniano Erick Kiptaniu, que venceu em Lisboa no ano passado com a marca de 60,13 minutos, mas cuja melhor marca está abaixo dos 59 minutos, tal como as dos compatriotas Bernard Kiprop Koech e Solomon Kirwa Yego, que também correrão a 29.ª edição.

A elite da prova inclui também os quenianos Micah Koho, ‘bronze’ olímpico em 2008 nos 10.000 metros, e Simon Cheprot.

Entre os portugueses, deverão correr a prova Hermano Ferreira, várias vezes o melhor luso na competição, e o veterano Ricardo Ribas.

No setor feminino, marcarão presença a etíope Netsanet Gudeta, campeã mundial da distância, e as suas compatriotas Gelete Burka, vencedora da maratona de Valência de 2018, e Etagegne Woldu, que triunfou em Lisboa no ano passado.

Na lista de inscritos constam também as portuguesas Sara Moreira, campeã europeia da distância em 2016, e Dulce Félix, campeã continental dos 10.000 metros.