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Desemprego na Alemanha dimunui

A taxa de desemprego na Alemanha desceu significativamente, para 5,7% em julho, menos 0,2 pontos do que em junho.

De acordo com os dados da agência federal de emprego alemã (BA), o número de desempregados diminuiu em 91.000 (em dados ajustados sazonalmente), a maior queda desde dezembro de 2006.

O declínio tem sido contínuo desde a primavera e a reabertura gradual de grandes partes da economia, particularmente nos setores do turismo e dos serviços.

A taxa de desemprego era de 6% em abril.

“A situação no mercado de trabalho continua a melhorar. O desemprego e o subemprego continuaram a cair acentuadamente apesar do início das férias de verão”, disse Detlef Scheele, presidente da BA.

Em termos brutos, o número de pessoas desempregadas atingiu 2.590.000.

“As empresas estão cada vez mais à procura de novos empregados”, disse Scheele, acrescentando que 744.000 novas ofertas de emprego foram registadas em julho (dados brutos), mais 171.000 do que há um ano.

Apesar desta evolução positiva, houve um ligeiro aumento no registo de trabalhadores a tempo reduzido, uma fórmula ativada pelo Governo alemão no ano passado, na primeira vaga de covid-19, para evitar despedimentos em massa resultantes da paralisação da vida pública.

Até meados de julho, mais 75.000 empregados tinham solicitado esta fórmula, em comparação com 59.000 em junho. Em maio, o último mês com números totais atualizados, 2,23 milhões de pessoas trabalhavam em horário reduzido.

No auge da pandemia, em abril de 2020, o esquema beneficiou seis milhões de pessoas, de acordo com a Agência de Emprego.

O esquema está em vigor desde o início da crise sanitária e foi recentemente prolongado até ao final de setembro pelo Governo, devido à escassez de materiais e componentes na indústria.

A taxa de desemprego era de 5%, em dados corrigidos das variações sazonais, antes da crise sanitária.