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Chuva de prémios para a arquitetura portuguesa

 Quatro projetos portugueses de arquitetura foram distinguidos no Architecture MasterPrize 2018, nas categorias residencial, recreativa, restauro e renovação de interiores, escritórios e pequena arquitetura, aos quais se juntaram sete menções honrosas, elevando a 11 o número de distinguidos.

Os ateliers de Raulino Silva, Miguel Arruda, Valdemar Coutinho, PMC Arquitetos são os portugueses distinguidos, de acordo com a lista de vencedores, anunciada em Los Angeles, e há mais sete menções honrosas para portugueses.

Na categoria residencial, foram premiados os projetos “Casa Rio Mau”, em Vila do Conde, do arquiteto Raulino Silva, e uma casa na Fuzeta, do gabinete Miguel Arruda Associados.

O projeto Pavilhão do Atlântico, em Viana do Castelo, um projeto de Valdemar Coutinho Arquitetos, venceu no âmbito da arquitetura de design e recreativa.

Os escritórios dos advogados Vieira de Almeida, em Lisboa, venceram na categoria de design de restauro e renovação de interiores, em locais de trabalho. Este projeto é da autoria da PMC Arquitetos.

Nas menções honrosas, ao projeto Espigueiro-Pombal do Cruzeiro, na categoria de “Small Architecture” (“Arquitetura Pequena”, em tradução livre), do gabinete Tiago Vale Arquitetos, inicialmente divulgado, juntam-se agora mais seis projetos.

São eles o Centro de Artes de Águeda, pelo atelier Bruno André Francisco Salgado Ré, na categoria “Arquitetura Cultural”, o Centro de Escritórios de Loureiro, pelo atelier Telmo Castro & Pedro Mendes, na categoria “Arquitetura Institucional”.

As menções honrosas foram também atribuídas ao projeto “Portas São João”, do atelier Mário Miguel Meireles, na categoria “Arquitetura Residencial”, e, na mesma categoria, a “Casa Carrera”, de Mário Martins, bem como a “Casa Douro”, do atelier Nonarquitetura, de João Paulo Vieira.

Outro projeto português, “A Brasileira – Pestana Hotel”, de António Ginestal Machado, na categoria “Restauração & Renovação”, teve igualmente uma menção honrosa.

O prémio Master de 2018 foi atribuído aos edifícios “American Copper”, em Manhattan, do atelier Shop Architets, na categoria de Deseign de Arquitetura.

A Tokyo Tower Top Desk, da televisão japonesa, um projeto do estúdio Kaz Shirane, no Japão, e o projeto Sun Ched, da quinta ecológica Chun Qin Yuan, na China, são os Master Prize 2018 em design de interiores e arquitetura paisagística, respetivamente.

Os MasterPrize de Arquitetura são atribuídos em 41 categorias, a que se juntam os Master Prize de cada ano, nas principais áreas, e foram anunciados em Los Angeles, na segunda-feira.

Os prémios foram criados para celebrar a excelência do design e da inovação “dos melhores projetos contemporâneos de arquitetura, interiores e paisagismo”.

A sua atribuição envolve arquitetos, académicos e profissionais da indústria de construção e do urbanismo.

Segundo a organização, os MasterPrize têm por objetivo “afirmar-se entre os principais prémios mundiais de arquitetura” e distinguir “os talentos daqueles que ultrapassam fronteiras e estabelecem novos padrões na atualidade do design e da arquitetura” a nível global.

A cerimónia de entrega vai decorrer no próximo ano, em data a anunciar, no Museu Guggenheim de Bilbau, em Espanha.