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A isto chamo mafia

1)     Se o senhor José Berardo está convencido que não vemos que foi e está a ser mafioso – eu a isto chamo mafioso, – porque alega violações de imagem quando prestava contas na Assembleia da República? Porque, mesmo antes, questionara ele esse procedimento?

Não sabia que ia disparatar, certamente.

Honestamente, tenho para mim que se não houvesse esta visibilidade nunca as coisas tomariam as proporções que tomaram e estão a tomar. E o senhor e outros senhores Berardo iam continuar anónimos.

Se Berardo estava ciente que não se ia denunciar, que queria ele esconder?! Esconder ainda mais, porque uma boa parte dos portugueses, sobretudo os honestos e aqueles que trabalham, operários que todos os dias são o primeiro motor da Economia, e consequentemente das Finanças do país, seriam e são das maiores vítimas dos seus desmandos.

2)     As instituições bancárias há uns anos, mesmo nas Contas à Ordem, pagavam juros. Quiseram generalizar o uso do Multibanco, as ATM’s. Procedimento que trazia logo à cabeça menos recursos humanos e logísticos.

Com isso fizeram com que se tornasse indispensável o cartão e com o beneplácito tácito do Governo que obriga qualquer cidadão, mais que isso, a ter uma conta bancária, porque há serviços – especificamente do Governo ou governamentais que de outro modo não estão disponíveis.

Agora pagamos-lhes para ganhar dinheiro com o nosso dinheiro! Nem é guardar – é movimentar, circular por caminhos ínvios com o nosso dinheiro.

E hoje a eficácia dos desideratos dos movimentos bancários, estão logo informatizados e em linha, menos se justifica que haja dever de pagamento.

Com muita frequência dirigimo-nos a uma Caixa Multibanco  e não têm os talões de papel que de acordo com os serviços alargados, precisamos deles para fazer prova e fé para tudo.

Impune?! Temos que pagar…?! É justa a importância que muitos Bancos desejam e tentam fundamentar a sua justiça?

Há máquinas que disponibilizando talões de tão má qualidade que têm tinta que não resistem ao normal uso e manuseamento na nossa carteira.

Também há as ATM’s decrépitas e obsoletas que disponibilizam os talões pura – não é eufemismo – pura e simplesmente invisíveis. Em branco.

Este particular até se dá com mais regularidade no banco público que é a CGD.

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)